sábado, 3 de maio de 2008

galã

resolvi testar minha memória e eis que passei no teste. estou aqui estudando um pouco de autonomia do sujeito e subjetividade. nunca tinha parado pra pensar q as duas coisas estavam relacionadas. a subejtividade entre nós é quando o meu sujeito autônomo pensa coisas que só ele pensa enquanto o seu sujeito autônomo pensa coisas que só ele pensa. daí a não comunicação. daí eu dizer por exemplo que a análise das minhas fotos feitas pelos meus professores é um assunto subjetivo e nunca chegarmos à uma razão. sempre terão no mínimo duas. deve ter sido daí q eles tiraram a idéia de, já que são sempre duas, colocar uma como oposto da outra, em pólos diferentes. depois disso veio um terceiro e disse, não, ninguém nega ninguém, uma só existe porque a outra existe. e delas me vem uma terceira. aposto que quando eles disseram tudo isso estavam sendo subjetivos. o problema todo é q a subjetividade só veio mesmo foi beeem depois.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

sendo mediocre parte dois

é tao mediocre que eu tô aqui sozinho nesse blog escrevendo pra mim mesmo ao inves de só pensar isso tudo. será que eu quero que alguem leia isso e me salve? cacete. mediocre. ninguem nem lê a porcaria do negocio mesmo, burro.

fui pra casa ser mediocre

passa o tempo e eu nao me livro de ser rabugento. passei na rua hoje a tarde, vespera de feriado. todo mundo sendo feliz. eu cheio de coisa na cabeça, só friso de testa no espelho retrovisor. ensaios, aulas, projetos. cansa de tudo de vez enquando. hoje em dia é pior comigo. eu canso diariamente. de manha é mais tranquilo. abrindo o olho. ai olho pro lado e é uma bagunça. e vem a decepçao pessoal. mas porque que ta essa zona aqui ainda? ai eu acordo mais e lembro o porque. porque ontem a noite eu cheguei de saco cheio e esgotado pro mundo. foda se a bagunça. e de manha, isso tinha sumido. e é diario. mas ai eu lembro e falo: vou arrumar isso agora. ai começa: telefone, atraso, lembra daquilo que esqueceu ontem e tal e eu deixo pra lá. faço as coisas que antes eram brilhantes. vou pro ensaio que ja foi um dia interessante. encontro com alguem que um dia foi legal mas hoje em dia ninguem é mais legal. ensaio nao é interessante. pessoas sao insuportaveis, conhecer alguem novo é extremamente recusavel. porque? porque eu sempre quis assim. ai o que acontece. sobra tempo as vezes, um tempinho. ai eu nao suporto mais ninguem e venho pra casa ser mediocre. sozinho e emburrado. as vezes ligo até TV. tomo cocacola. muita. quando eu quero ser mais mediocre ainda, tomo uma cerveja 600ml sozinho. isso é muito mediocre. cerveja de 600 ml sozinho olhando pros detalhes do azulejo 70's da copa/cozinha. cerveja long neck ou latinha é menos mediocre, agora 600ml sozinho é o cumulo. é melhor ser aqueles caras que tomam uma dessa sozinho na bar mas ficam lá, olham bundas, interagindo com o garçon. agora dentro duma caixa de concreto tomando cerveja grande sozinho realmente é ser mediocre. mas é o que eu mais suporto. se eu pudesse era menos mediocre as vezes

sábado, 6 de outubro de 2007


tomá sole e suá é mágico tamém!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

feliz aniversário, mãe!







tomar sol de roupa sem suar, isso é que é mágica.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

de muito antes mesmo já desde a luz

não não, eu vim de longe pra escrever aqui também.

qualquer coisa que faça sentido no meio da chuva, depois desse copo de vinho em cima da mesa. procuro uma casa já tendo várias, só porque resolveram um dia que tempo era diferente de espaço. eu acredito que tempo e espaço é tudo a mesma coisa, e ainda, que é tudo luz. apenas luz. pra fazer enxergar no escuro o que não dá pra ser ouvido, esse é o tempo. pra fazer falar junto com o amanhecer do dia tudo aquilo que todos falam mais ninguém ouve, pra isso veio o tempo.

e mesmo se a chuva encher mais uma vez meu copo, ainda assim vou ter sede. pela décima oitava vez um carrou passou na poça d`água e vez chhhhhuuuuaap. agora foi a vez do ônibus, amanhã a minha. porque não tem luz que caiba na mão nem no dedo, só mesmo algumas gotas. só, algumas gotas.

lembro quase todas as noites antes de dormir que se a luz não existisse não existiria tempo, nem passado. tem gente que sabe mais sobre isso. todos eles sabem. eles me disseram no décimo oitavo carro. o ônibus só veio pra contaminar o que eu já sabia.

pela mania de contabilizar, existem três bonecas na parede. todas com saia listrada. nenhuma bebe, nenhuma tem dedo. todas são felizes, mas cada um tem um brilho diferente no olhar.

o sino tocou e nenhum anjo caído me apareceu. nem a nova profecía, nem o vinho. somos todos artistas e estamos juntos porque a luz existe já desde de muito antes mesmo de nós querermos ser.